De cada viagem ficam lembranças de músicas, cheiros, sabores e por vezes até danças. Há um despertar dos sentidos perante o novo. O frio e o calor. A imponência das praças à noite que marca o primeiro impacto quando perdidas às 3 da manhã arrastamos as nossas malas pela escuridão.
Curiosamente as ruas não estão vazias, muitos cafés permanecem abertos. Jovens e velhos caminham pelas ruas como se fossem três da tarde. Trocamos olhares cúmplices de felicidade. O exame da manhã e a tarde de trabalho haviam ficado longamente para trás.
Acabara de entrar numa realidade paralela onde não necessitava de relógio, onde não queria olhar para o telemóvel e onde me esquecia dos desafios que tinha pela frente.
O nosso hotel de 1* não era pior que um palácio. As águas furtadas com vista para o céu e as suas paredes azuis estavam perfeitas e nem o colchão de molas soltas podia perturbar o nosso sono do qual despertamos ao som do violino.
Curiosamente as ruas não estão vazias, muitos cafés permanecem abertos. Jovens e velhos caminham pelas ruas como se fossem três da tarde. Trocamos olhares cúmplices de felicidade. O exame da manhã e a tarde de trabalho haviam ficado longamente para trás.
Acabara de entrar numa realidade paralela onde não necessitava de relógio, onde não queria olhar para o telemóvel e onde me esquecia dos desafios que tinha pela frente.
O nosso hotel de 1* não era pior que um palácio. As águas furtadas com vista para o céu e as suas paredes azuis estavam perfeitas e nem o colchão de molas soltas podia perturbar o nosso sono do qual despertamos ao som do violino.