
Foram quatro intensivos dias da minha vida, contudo, estes passaram em menos de nada.
O grupo com quem fui tinha uma particularidade muito especial: a sua heterogeneidade, pessoas de diferentes áreas e idades.
O despertar cedo era feito sem sacrifícios e pleno de energia, todos os dias sabíamos que nos esperava uma agenda preenchida, debates sobre temas prementes da União Europeia e das Relações Internacionais.
Cada orador era melhor que outro, do Irão à globalização, do Tratado de Lisboa à PESC.
Os almoços e jantares reservavam sempre brindes e surpresas (e na maioria, alguma fome).
Além dos apontamentos das conferências e das poucas fotografias ficam memórias que se entrelaçam. A vontade de assimilar tudo, as questões que ficam no ar...
O Senhor que servia o café com o qual nós falávamos em francês e respondia em português (um emigrado de há muitos anos), os longos corredores, a sensação de estar num centro comercial, uma torre de Babel onde se falam 22 línguas, entre pessoas muito e pouco experiêntes.
O adesivo vermelho que servia de passe de almoço onde a palestra saiu completamente furada.
A vontade de gritar e pular: EU ESTOU AQUI E ESTOU A ADORAR!!
Ao fim da tarde: praça do Luxemburgo, somos introduzidos a que nacionalidade se reúne em cada bar, e ao estilo do happy hour italiano, bebemos a nossa cerveja fresquinha, mas não tanto como o tempo lá fora.
No entorno bandeiras e prédios de cristal.
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